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Novas alterações para breve de acordo com a reunião de 31/11/2002
REGULAMENTO DE PROVAS EM VIGOR DESDE 1 DE JANEIRO DE 2002
CAPÍTULO I Disposições Gerais Artº. 1º. - O presente Regulamento aplica-se a todas as provas de Tiro ISSF organizadas pela Federação Portuguesa de Tiro ou por sua delegação. Artº. 2º. - A inscrição em provas de Tiro ISSF organizadas pela FPT, implicam o conhecimento e aceitação do presente Regulamento. Artº. 3º. 1 - As provas efectuar-se-ão nas Carreiras de Tiro, dias e horas constantes do Calendário que será publicitado no ano anterior àquele a que disser respeito. 2 - Sempre que for julgado conveniente, serão publicados um ou mais Anexos ao presente Regulamento. 3 - Quaisquer alterações ao Calendário deverão ser divulgadas por meio de Circular emitida com a antecedência mínima de 10 dias. Artº. 4º. - Os Atiradores deverão estar presentes nos respectivos postos de tiro 30 minutos antes da hora marcada para o início da prova, sob pena de não serem autorizados a participar na mesma. Parágrafo Único: Se o volume de atiradores o determinar, será indicada em Reunião Técnica a hora a que os Atiradores devem estar presentes para proceder ao controlo do equipamento. Artº. 5º. - A admissão em provas é aberta aos Atiradores federados, inscritos em Clubes ou suas Associações, desde que a sua situação perante a FPT não contrarie as disposições Estatutárias em vigor ou o presente Regulamento.
INSCRIÇÕES EM PROVAS Artº. 6º. 1 - As
inscrições, tanto individuais como por equipas, serão
feitas pelo clube, secção de tiro de clube ou associação
de clubes na Secretaria da FPT, durante as horas de expediente, até
à sexta-feira da semana anterior àquela em que a prova
terá lugar (oito dias de antecedência), indicando, número
da licença desportiva, categoria, classe e nome dos atiradores
e quem são os membros das equipas, se for caso disso.
2-
As inscrições revestirão sempre a forma escrita
e podem ser feitas por fax, carta ou internet, devendo os Clubes,
nos dois últimos casos, confirmar a recepção.
3- Em caso de impedimento, devidamente justificado, os Clubes ou suas Associações poderão, até 15 minutos antes do início da prova, fazer substituir qualquer um dos membros das suas equipas, por outros Atiradores seus filiados que se encontrem também inscritos na mesma prova, mediante comunicação por escrito a ser efectuada pelo Chefe de Equipa ao Director de Prova. Artº. 7º. - Os Atiradores não poderão, numa mesma época, ser inscritos na FPT em mais do que um Clube ou Associação de Clubes, salvo em caso de extinção, fusão ou cisão dos mesmos, ou suspensão da respectiva actividade não decorrente da aplicação de sanções disciplinares pela FPT. Artº. 8º. - A inscrição de qualquer Atirador ou equipa implica o pagamento da respectiva taxa, mesmo que não participe na prova para a qual se inscreveu. a) Não haverá lugar ao pagamento de qualquer taxa desde que comunicado a falta do atirador a federação ate ao sorteio referido no artigo 15º Artº. 9º. - Apenas serão consideradas as inscrições que contenham o nome do Atirador, o número da sua Licença Desportiva, a entidade que representam e a prova a que concorrem, com a indicação da sua categoria e divisão. Artº. 10º. 1 - Não serão aceites as inscrições de Atiradores que não tenham as suas Licenças Desportivas actualizadas. 2 - Exceptuam-se as inscrições referentes a provas que se realizem até 31 de Janeiro de cada ano, data limite para a entrada na FPT do pedido de revalidação. 3 - Serão automaticamente anuladas as classificações de todos os Atiradores que tenham participado em qualquer prova sem terem regularizado a sua situação junto da FPT, até aquela data. Artº. 11º. - Os Clubes ou suas Associações que não tenham as taxas de filiação em dia, não poderão inscrever os seus Atiradores nas provas organizadas de acordo com o presente Regulamento. Artº. 12º. - Se vier a verificar-se que um Atirador foi inscrito e disputou uma prova ou provas, com conhecimento seu ou da entidade que representou, com inaptidão referida no exame médico-desportivo, essa prova ou provas serão anuladas, não beneficiando o Atirador ou a entidade representada da classificação obtida, sem embargo das sanções disciplinares que venham a ser aplicadas pelo orgão competente da FPT. Artº. 13º. 1 - Não poderão ser inscritos os Atiradores cujo seguro desportivo não esteja válido. 2 - A validade do seguro desportivo é anual e os Clubes ou suas Associações deverão providenciar a sua revalidação no prazo referido no Artº. 10º. nº. 2 do presente Regulamento. Artº. 14º. - A FPT reserva-se ao direito de não fazer disputar qualquer prova desde que não haja um mínimo de três concorrentes individuais inscritos para a mesma. Artº. 15º. 1 - Os Clubes ou suas Associações deverão fazer-se representar nas Reuniões Técnicas que terão lugar, salvo indicação em contrário, na Sala de Árbitros da CT/CAAD, à 3ª feira, pelas 18.00 horas, a fim de indicarem os Chefes de Equipa, a suas constituição e possíveis suplentes, assistirem e colaborarem no sorteio dos postos de tiro e tratar de qualquer outro assunto relacionado com as provas a disputar. Parágrafo Único: Se a 3ª feira a que se refere o nr. 1 do presente Artigo for dia feriado, a Reunião Técnica terá lugar na 4ª feira imediatamente a seguir. 2 - Se não comparecerem às Reuniões Técnicas os representantes de, pelo menos, três Clubes ou suas Associações com Atiradores inscritos, a Direcção da FPT poderá cancelar a realização das provas a que a Reunião Técnica respeite. 3 - As Reuniões Técnicas serão presididas por um membro da Direcção ou seu representante e será lavrada uma Acta no Livro respectivo, subscrita por todos os presentes.
TAXAS DE INSCRIÇÃO Artº. 16º. 1 - As taxas de inscrição são as indicadas no Anexo III deste Regulamento e deverão ser pagas dentro dos 20 dias seguintes à data da emissão da respectiva factura. 2 - A falta de pagamento de taxas de inscrição dentro do prazo previsto determinará, independentemente do disposto nos Estatutos da Federação Portuguesa de Tiro, que os Clubes ou suas Associações faltosos não possam concorrer a mais provas enquanto a situação não se encontrar regularizada.
JÚRI Artº. 17º. - Todas as provas terão um Juri de Prova composto por Juízes nomeados pelo Conselho de Arbitragem da FPT, a quem compete supervisionar as competições, colaborar com os Juízes-Árbitros e julgar em primeira instância todas as reclamações e protestos que lhe forem apresentados. Artº. 18º. - As provas serão conduzidas por Juízes-Árbitros nomeados pelo Conselho de Arbitragem. Das suas decisões cabe protesto em primeira instância para o Juri de Prova, excepto no que se refere à classificação dos alvos, como regulamentado pela ISSF.
PROTESTOS Artº. 19º. 1 - Os protestos referentes a anomalias de natureza técnica surgidas no desenrolar das provas, e que devam ser resolvidas de imediato, serão apresentados verbalmente ao Juri de Prova. 2 - Os protestos que digam respeito ao desacordo com medidas tomadas a partir do protesto verbal revestirão sempre a forma escrita. Artº. 20º. - A apresentação de um protesto escrito deve ser feita até 30 minutos após a ocorrência que lhe deu origem e implica o pagamento em simultâneo da respectiva taxa, cujo montante consta do Anexo III ao presente Regulamento.
RECURSO Artº. 21º. - Das deliberações do Juri de Prova cabe recurso para a Direcção da FPT. Parágrafo único - A interposição de recurso, no prazo de 24 horas contado a partir da data da decisão do Juri de Prova, implica o pagamento prévio da respectiva taxa no montante indicado no Anexo III deste Regulamento.
REALIZAÇÃO DE PROVAS Artº. 22º. - Salvo indicação em contrário, em todas as provas organizadas pela FPT serão aplicadas as normas da ISSF.
CLASSIFICAÇÃO Artº. 23º. - Em todas as provas e salvo as disposições em contrário constantes do Capítulo II ou de qualquer outra disposição do presente Regulamento, haverá classificações separadas para Seniores, Juniores e Veteranos, masculinos e femininos e respectivas equipas.
Artº. 24º. - Nos Campeonatos, Nacionais, Distritais e Regionais, os Atiradores serão obrigatoriamente agrupados e classificados pela forma seguinte:
Homens - Seniores 1ª Divisão - Seniores 2ª Divisão - Juniores A - Juniores B - Veteranos Senhoras - Seniores - Juniores - Veteranas Parágrafo 1 - São Seniores os atiradores que completem de 21 anos no decurso da respectiva época desportiva, coincidente com o ano civil. Parágrafo 2 - São Juniores A os atiradores com idades compreendidas entre os 13 anos e os 16 anos. Parágrafo 3 - São Juniores B os atiradores que completem 17 anos no decurso da época desportiva, coincidente com o ano civil. Parágrafo 4 - A categoria de Veteranos, em Homens e Senhoras, será constituída por Atiradores que tenham atingido na respectiva época desportiva, 50 anos de idade e que não se tenham inscrito, durante o decurso da mesma época, como Atiradores de 1ª. ou 2ª. Divisões. Parágrafo 5 - São considerados de 1ª Divisão os atiradores que, na época anterior, tenham obtido as pontuações constantes do Anexo I do presente Regulamento, em cada uma das provas dos Campeonatos Nacional, Distrital e Regional, ou em provas internacionais. Não há lugar a descida de divisão. Artº. 25º. - 1 - Salvo quaisquer excepções referidas no Capítulo II, as equipas só poderão ser constituídas por 3 Atiradores da mesma Divisão. 2- Os campeonatos Nacionais, Distritais e Regionais de Tiro ISSF são constituídos por uma Prova anual. 3 - Nos Campeonatos Distritais e Regionais, podem ser estabelecidos máximos nacionais desde que as Carreiras de Tiro tenham sido certificadas pelo Conselho de Arbitragem da FPT e desde que o Juri de Prova aponha a menção, no respectivo Relatório, de que "decorreram de acordo com o Regulamento da ISSF". PRÉMIOS
Artº. 26º. - Ressalvando as disposições em contrário constantes do Capítulo II, serão atribuídos prémios de acordo com os números seguintes: 1 - Mestre Atirador Medalha, Travinca e Diploma (só travinca e diploma quando já forem mestres). 2 - Máximos Nacionais Os previstos no Regulamento específico e ainda os que eventualmente venham a ser estabelecidos pela FPT. 3 - Campeonato Nacional a) Individuais 1º. Classificado - Medalha Dourada, em cada uma das respectivas disciplinas e classes. 2º. Classificado - Medalha Prateada, em cada uma das respectivas disciplinas e classes. 3º. Classificado - Medalha Bronzeada, em cada uma das respectivas disciplinas e classes. b) Equipas 1ª. Equipa – Prémio Colectivo e Diploma para o Clube ou Associação de Clubes cuja equipa obtenha a melhor pontuação, em cada uma das respectivas disciplinas e classes. 2ª. Equipa – Prémio Colectivo e Diploma 3ª. Equipa – Prémio Colectivo e Diploma § Único - No caso de não se classificarem três equipas, os prémios serão constituídos apenas por Diplomas para as equipas concorrentes. c) Trofeu "Campeonato de Portugal" Atribuído ao Clube ou Associação de Clubes que, no conjunto de todas as disciplinas do Campeonato Nacional de Tiro ISSF, individual ou colectivamente, obtenha maior número de pontos nos três primeiros lugares das classificações, segundo o seguinte método: 1º lugar 3 pontos; 2º lugar 2 pontos; 3º lugar 1 ponto 4 - Campeonato Distrital ou Regional a. A admissão é livre a todos os Atiradores federados e filiados em Clubes ou Associações de Clubes com sede no respectivos Distritos e Regiões Autónomas, desde que não sejam contrariadas as disposições do Capítulo I. b. A Atribuição de prémios dos Campeonatos Distritais ou Regionais far-se-á nos mesmos moldes das alíneas a) e b) do número anterior. § Único - As provas que compõem os Campeonatos, Distritais e Regionais serão obrigatoriamente disputadas antes do respectivo Campeonato Nacional, com a antecedência mínima de 20 dias, devendo os Clubes organizadores comunicar à Direcção da FPT, com a antecedência mínima de quarenta e cinco dias, a data, hora e local da realização das Provas, devendo ainda solicitar a nomeação de Juízes de Tiro para a sua arbitragem e comunicar os respectivos resultados nos 10 dias subsequentes, sob pena de não serem considerados.
5 - Torneio "Cidade de Lisboa" a. Admissão: Livre a todos os Atiradores federados desde que não sejam contrariadas as disposições do Capítulo I. b. Disciplinas: CD - 3x40 - 3x20 - PSpt - PStd - PGC c. Prémios A atribuir pela CML
6 - Torneio "Dia Olímpico" a. Admissão: Livre a todos os Atiradores federados desde que não sejam contrariadas as disposições do Capítulo I. b. Disciplinas: 3x40 - CD - CAC - PL - PV - PAC - 3x20 - CAC Senhoras - Pspt - PAC Senhoras c. Premios a atribuir pelo COP d. Trofeu "Dia Olímpico" Atribuído ao Clube ou Associação de Clubes federados, cujos Atiradores, no conjunto de todas as disciplinas obtenham maior número de pontos nos três primeiros lugares das classificações, de acordo com o método seguinte:1º. Lugar - 3 Pontos; 2º. Lugar - 2 Pontos; 3º. Lugar - 1 Ponto CASOS OMISSOS Artº. 27º. 1 - Todos os casos omissos serão resolvidos pela Direcção da FPT que fundamentará, por escrito, o seu juízo de acordo com a regulamentação e legislação aplicáveis. 2 - Sempre que essas resoluções abranjam matéria que integre, interprete, defina ou modifique o disposto neste Regulamento, constituirão Adendas ao presente Regulamento de Provas e constituirão precedente na apreciação de casos futuros.
CAPÍTULO II Disposições Especiais Artº. 28º. - As disposições especiais de cada uma das provas são as que constam do presente Artigo: 1 - Mestre-Atirador : A categoria de Mestre Atirador foi criada pelo Decreto Nº. 16.492 de 16 de Fevereiro de 1929 e cujo conceito e redacção foram adoptados pela FPT em 1948 e será atribuída aos Atiradores que obtenham as pontuações mínimas referidas no Anexo I deste Regulamento nas provas do Campeonato Nacional, nas provas específicas para a obtenção da categoria de Mestres Atiradores, nas Provas ou Campeonatos Internacionais e nos Jogos Olímpicos. 2 - Máximos Nacionais: A respectiva regulamentação consta de diploma próprio. 3 - Campeonato Nacional Admissão:
TAÇAS PROVA: TAÇA "Dr. António Silva Martins" ADMISSÃO: Livre a todos os Atiradores que representem Agremiações Filiadas na Federação Portuguesa de Tiro, e membros das Forças Armadas e Militarizadas. INSCRIÇÃO: Individual. ARMA: Pistola de Velocidade, calibre .22. ALVO: Internacional de Silhueta. TIROS DE CONCURSO: Prova de Eliminatórias. QUALIFICAÇÃO PRELIMINAR: 3 séries de 5 tiros em 4 segundos, com direito a 1 série de 5 tiros de ensaio. Classificação dos Atiradores por ordem decrescente dos resultados obtidos. Se o número de Atiradores for impar é imediatamente eliminado o que obtiver a pontuação mais baixa. ELIMINATÓRIAS: 6 séries de 5 tiros em 4 segundos sem ensaio, alinhando o primeiro classificado da primeira metade da classificação preliminar e o primeiro da segunda metade; o segundo da primeira metade com o segundo da segunda metade; o segundo da primeira metade com o segundo da segunda metade; e assim sucessivamente. Passam à segunda eliminatória os vencedores da primeira, procedendo-se sempre de igual forma até apuramento do vencedor. Se para qualquer eliminatória houver número ímpar de concorrentes será eliminado o que tiver a pontuação mais baixa. PRÉMIOS: Inscrição do nome do vencedor na Taça que será entregue ao Atirador que obtiver cinco inscrições. Medalhas na proporção de uma por cada três concorrentes que disputem a prova até ao máximo de cinco. 1º. Classificado - Medalha Dourada 2º. Classificado - Medalha Prateada 3º. Classificado - Medalha Bronzeada
Lista de Vencedores
1981 - José Manuel Guimarães Jacques Pena. 1982 - José Manuel Guimarães Jacques Pena. 1983 - André Antunes. 1984 – António Manuel Fernandes Antunes. 1985 – Francisco José Ferreira Neto. 1986 - Não se realizou a prova (por haver menos de 3 Atiradores). 1987 - Não se realizou a prova. 1988 - José Manuel Guimarães Jacques Pena. 1989 - André Antunes. 1990 – António Manuel Fernandes Antunes. 1991 – João Paulo Grencha Carreira Nunes Henriques. 1992 - Não se realizou a prova (por avaria). 1993 – António Manuel Fernandes Antunes. 1994 - José Manuel Conde Pêgo. 1995 - Não se realizou a prova. 1996 - Não se realizou a prova (Obras na Carreira de Tiro E.N.). 1997 – António Manuel Fernandes Antunes. 1998 - Não se realizou a prova (por falta de Inscrições). 1999 – José Manuel Conde Pêgo.
TAÇA "PEDRO VILA REAL" A realização da Prova incluída no Calendário Oficial de Provas da Federação Portuguesa de Tiro com o nome, "Taça Pedro Vila Real", visa homenagear o sócio da Sociedade de Tiro do Porto com o mesmo nome, Mestre Atirador , Atirador Olímpico, várias vezes Campeão Nacional na disciplina Match Inglês e distinto dirigente federativo.
I - ADMISSÃO - A todos os Atiradores federados. II - DISCIPLINA - Carabina Deitado a 50 mts. III - LOCALIZAÇÃO DE REALIZAÇÃO DA PROVA - Carreira de Tiro da STP. IV - REGULAMENTOS APLICÁVEIS - Os da União Internacional de Tiro, aplicáveis à disciplina. V - PRÉMIOS - Taça a ser disputada por Atiradores individuais e a ser ganha por aquele que conseguir ganhar a Prova durante três anos seguidos ou durante cinco anos interpolados. O Atirador que ganhar cada uma das Provas anuais da "Taça Pedro Vila Real", receberá um Diploma e miniatura da Taça que será entregue ao vencedor. Lista de Vencedores 1997 - Ana Bela Palma Gameiro Valpradinhos. 1998 - Carlos Manuel Faria Pinheiro. 1999 – Carlos Manuel Faria Pinheiro.
REGULAMENTO DE MÁXIMOS NACIONAIS Artº. 1º. - Definição: 1 - Constituem Máximos Nacionais Individuais, as melhores marcas obtidas, por Atiradores Portugueses, em cada uma das disciplinas de Tiro ISSF nas condições estipuladas no Artº. 2º.; 2 - Constituem Máximos Nacionais Colectivos as melhores marcas obtidas, por equipas constituídas por 3 (três) Atiradores Portugueses, em cada uma das disciplinas de Tiro ISSF nas condições estipuladas no Artº. 2º. Artº. 2º. - Condições e Homologação 1 - São homologáveis Máximos Nacionais Individuais em todas as disciplinas reconhecidas pela ISSF quando estabelecidas numa das seguintes provas, desde que disputadas com respeito pelas disposições dos Regulamentos da ISSF. a) Em cada uma das provas que compõem os Campeonatos Nacionais; b) Em cada uma das provas que compõem os Campeonatos Distritais ou Regionais, desde que observadas as condições estipuladas no corpo do presente Artigo e desde que as Carreiras de Tiro estejam certificadas pelo Conselho de Arbitragem e sejam utilizados alvos homologados pela FPT; c) Provas Internacionais reconhecidas como tal pela FPT. 2 - Para homologação de uma marca como Máximo Nacional nas provas a que se referem o número anterior, torna-se necessário que os membros do Júri de classificação tenham sido nomeados pela FPT. 3 - Serão homologados os Máximos Nacionais de Seniores e Juniores. Artº. 3º. - Atribuição Ex-Aequo 1 - Se na mesma prova dois ou mais Atiradores conseguirem a mesma marca homologável como Máximo Nacional, este será atribuído ao Atiradores melhor classificado de acordo com o sistema de desempate preconizado no Regulamento da ISSF. 2 - Se na mesma prova duas ou mais equipas conseguirem a mesma marca homologável como Máximo Nacional, este será atribuído à equipa que integrar o atirador com melhor pontuação, de acordo com o sistema de desempate preconizado no Regulamento da ISSF. Artº. 4º. - Prémios 1 - Sem prejuízo dos prémios previstos no Regulamento da prova disputada, os Máximos Nacionais, depois de homologados, vencem como prémio uma Medalha de Modelo Privativo e Oficial da FPT, no caso dos Máximos Individuais, e para os Colectivos um Diploma atribuído ao Clube respectivo e a atribuição de uma Medalha a cada um dos Atiradores que constituírem a respectiva Equipa. 2 - A Medalha de Máximo Nacional deverá ter inscrito no seu verso a prova a que respeitou, a disciplina, a data e a marca obtida, ao passo que do Diploma deverá constar o nome da prova e da marca obtida e ainda o nome dos Atiradores seguido da marca individual. 3 - A todo o momento a Direcção da Federação Portuguesa de Tiro poderá publicar aditamento a este Regulamento definindo outros prémios, para além dos aqui previstos, anulando-os ou corrigindo-os.
ANEXO II COMPETIÇÕES RECONHECIDAS PELA ISSF HOMENS 300 M Espingarda Livre 3x40 Tiros 300 M Espingarda Livre 60 Tiros Deitado 300 M Espingarda Standard 3x20 Tiros 50 M Carabina Livre 3x40 Tiros 50 M Carabina Livre 60 Tiros Deitado 10 M Carabina de Ar Comprimido 60 Tiros de Pé 50 M Pistola Livre 60 Tiros 25 M Pistola de Velocidade 60 Tiros 25 M Pistola de Grosso Calibre 30 + 30 Tiros 25 M Pistola Standard 3x20 Tiros 10 M Pistola de Ar Comprimido 60 Tiros 50 M Alvo Móvel 30 + 30 Vel Lenta / Rápida 50 M Alvo Móvel 40 Tiros Velocidade Mista 10 M Alvo Móvel 30 + 30 Vel Lenta / Rápida 10 M Alvo Móvel 40 Tiros Velocidade Mista JUNIORES MASCULINOS 50 M Carabina Livre 3x40 Tiros 50 M Carabina Livre 60 Tiros Deitado 10 M Carabina de Ar Comprimido 60 Tiros de Pé 50 M Pistola Livre 60 Tiros 25 M Pistola de Velocidade 60 Tiros 25 M Pistola Sport 30 + 30 Tiros 25 M Pistola Standard 3x20 Tiros 10 M Pistola de Ar Comprimido 60 Tiros 50 M Alvo Móvel 30 + 30 Vel Lenta / Rápida 50 M Alvo Móvel 40 Tiros Velocidade Mista 10 M Alvo Móvel 30 + 30 Vel Lenta / Rápida 10 M Alvo Móvel 40 Tiros Velocidade Mista
SENHORAS E SENHORAS JUNIORES 300 M Espingarda Livre 3x20 Tiros 300 M Espingarda Livre 60 Tiros Deitado 300 M Espingarda Standard 3x20 Tiros 50 M Carabina 3x20 Tiros 50 M Carabina 60 Tiros Deitado 10 M Carabina de Ar Comprimido 60 Tiros de Pé 25 M Pistola Sport 30 + 30 Tiros 10 M Pistola de Ar Comprimido 40 Tiros 10 M Alvo Móvel 20 + 20 Vel Lenta / Rápida 10 M Alvo Móvel 40 Tiros Velocidade Mista
COMPETIÇÕES RECONHECIDAS PELO C.O.I. NOS JOGOS OLÍMPICOS (APENAS COMPETIÇÕES INDIVIDUAIS) HOMENS 50 M Carabina Livre 3x40 Tiros 50 M Carabina Livre 60 Tiros Deitado 10 M Carabina de Ar Comprimido 60 Tiros de Pé 50 M Pistola Livre 60 Tiros 25 M Pistola de Velocidade 60 Tiros 10 M Pistola de Ar Comprimido 60 Tiros 10 M Alvo em Movimento 30 + 30 Tiros SENHORAS 50 M Carabina 3x20 Tiros 10 M Carabina de Ar Comprimido 40 Tiros de Pé 25 M Pistola Sport 30 + 30 Tiros 10 M Pistola de Ar Comprimido 40 Tiros
ANEXO III Taxas para as provas organizadas pela Federação Portuguesa de Tiro: Campeonatos Nacionais Individual Eur 7,50 Equipa Eur 7,50 Faltas Eur 7,50 Taças e Campeonatos Nacionais com Armas de Cano Articulado: Individual Eur 5,00 Equipa Eur 5,00 (quando exista) Faltas Eur 5,00 Os Clubes e Associações de Clubes que inscrevam Atiradores Juniores não terão que pagar taxas por essas inscrições.
PROTESTOS Taxas Eur 25,00
SIGLAS UTILIZADAS
CARABINAS CAC CARABINA DE AR COMPRIMIDO CD CARABINA A 50 METROS DEITADO 3X40 CARABINA LIVRE A 50 METROS 3 POSIÇÕES 3X20 CARABINA STANDARD A 50 METROS 3 POSIÇÕES AC ALVOS CORRENTES PISTOLAS PAC PISTOLA DE AR COMPRIMIDO PL PISTOLA LIVRE PV PISTOLA DE VELOCIDADE PGC PISTOLA DE GROSSO CALIBRE PStd PISTOLA STANDARD PSpt PISTOLA SPORT PVAC PISTOLA DE VELOCIDADE COM AR COMPRIMIDO PStdAC PISTOLA STANDARD COM AR COMPRIMIDO
ISSF INTERNATIONAL SPORT SHOOTING FEDERATION ESC EUROPEAN SHOOTING CONFEDERATION AFTSC ASSOCIATION DES FEDERATIONS DE TIR SPORTIF DE LA C. EUROPEENNE FPT FEDERAÇÃO PORTUGUESA DE TIRO CA CONSELHO DE ARBITRAGEM ANJAT ASSOCIAÇÃO NACIONAL DE JUÍZES-ÁRBITROS DE TIRO
A tabela de mínimos para aceder à 1ª divisão aplica-se aos atiradores juniors masculinos no último ano em que atirem nessa classe.
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